Tenho ouvido, com certa freqüência, no Programa Melodias de Terreiro, seção Memórias da Umbanda, uma colocação constante de muitos(as) dirigentes de Terreiro. Quando lhes é perguntado do que sentem saudade na Umbanda, a grande maioria deles responde:
“Tenho saudade da Umbanda antiga, onde as pessoas procuravam os centros sem vaidade, acreditavam nas entidades e seguiam seus conselhos”. Como sugestão de tópico para o fórum, gostaria de propor a reflexão: “O que os consulentes, irmãos de fé e todos nós estamos fazendo para não nos deixarmos levar pelos valores distorcidos que o mundo de hoje nos impõe a todo momento”? Temos que ter muito cuidado com o que o mundo de hoje coloca diante de nossas crianças, nossas famílias. Muitos valores morais deturpados que são propagados pela televisão, por alguns personagens públicos. Enfim, penso que temos que voltar a cultivar os valores de outrora onde havia realmente uma preocupação com o próximo. Preocuparmos em sermos melhores hoje do que fomos ontem. Não nos preocuparmos com o ter e sim com o ser. Enfim, vi no documentário que a família Átila Nunes tem feito muito pela melhoria do ser humano, da sociedade, do mundo e da Umbanda. Cabe a nós fazermos o mesmo em nossos ambientes de trabalho, nossas casas e procurarmos formar pessoas melhores (nossos filhos) para que propaguem os mesmos princípios ao longo dos tempos quando nós já não estivermos mais neste plano.
Fraterno abraço a todos.
Marcelo Freitas.
Sou dirigente do Centro Espiritualista de Umbanda Caboclo Arirajara, em Porto Alegre – RS, e pelo que notei, existe um consenso quanto ao resgate de elementos que faziam parte da Umbanda de antes, Existem uma série de fatores que contribuem para esta deturpação que vemos hoje. A banalização de certos rituais, a extrema preocupação em tornar os centros como fontes de renda e não de caridade, a falta de preparo quanto a formação de novos sacerdotes para mim seriam os principais fatores que contribuem com isto. Quanto maior for o despreparo maior será a ausência dos valores que a Umbanda prega.
Acredito que se os dirigentes não se rendessem tanto aos apelos de terem quantidade de médiuns e primassem mais pela qualidade na formação dos mesmos, seria uma da formas para promovermos o início de um resgate. Dentro deste contexto deveriam serem inseridos as informações necessárias para o desenvolvimento real de suas mediunidades, e não mais veríamos médiuns usando este canal como forma de externarem suas vaidades pessoais.
A informação correta também deveria ser passada aos frequentadores, que muitas vezes vêem a Umbanda como uma fórmula mágica para resolverem problemas, que na maioria das vezes são provocados pelos próprios, mas insistem em quererem passar suas responsabilidades o outrem. Umbanda é orientação, auto-conhecimento e acima de tudo evolução. Devemos afastar esta idéia criada pelo senso comum de que somos mercadores de soluções, somente com a criação de uma nova consciência e que estaremos resgatando os ideais propostos.
Marcelo, ficamos muito felizes com a sua participação.
Nós concordamos com o que foi dito. Devemos passar adiante a Umbanda pura, sem vaidade, e sempre exaltar os valores originais, de Caridade e Amor, que à ela são atribuídos.
Assim, deixaremos como herança para nossos descendentes, bons exemplos para serem seguidos.
A todos irmãos de Fé, repetimos a citação do Irmão Marcelo, que nos propôs a reflexão ““O que os consulentes, irmãos de fé e todos nós estamos fazendo para não nos deixarmos levar pelos valores distorcidos que o mundo de hoje nos impõe a todo momento”?”
E, queremos saber a opinião de vocês: O que os dirigentes dos Centros de Umbanda devem e podem fazer para que os valores originais da Umbanda estejam cada vez mais presentes dentro dos Terreiros e assim, possam ser passados para as futuras gerações.
Prezados, tenho acompanhado diariamente e com muito proveito o Programa e o Site, o que tem muito cooperado no meu desenvolvimento e crescimento material e espiritual.
Parabéns pelo belíssimo trabalho de todos, sempre transmitindo informações com muita segurança, precisão, destreza e admirável carinho.
Gostaria de sugerir que fosse aprofundado o Tema Mediunidade, o qual foi postado na página inicial, pois como estou em desenvolvimento foi de muito proveito pra mim.
Também como estamos no mês em que comemoramos o Povo de Rua, sugiro que tenhamos um programa dedicado as Moças (Pombas Giras).
Desde já agradeço a atenção dispensada e suplico ao Nosso Mestre Maior que sempre os ilumine e dê forças para continuarem esta Obra Maravilhosa.
Dando um “UP” nos comentários dos irmãos Marcelo Freitas e Dinarte Machado, quero deixar minha opinião sobre esta questão do “Resgate”.
Temos plena convicção que a nossa querida Umbanda é uma religião brasileira. E que ao longo dos seus mais de cem anos de existência foi crescendo e não inchando como outras religiões.
E o que eu mais gosto é justamente isto…o trabalho de “formiguinha”…o “boca-a-boca”. Pois não temos a mídia para nos auto promover ou alavancar a nossa religião. Porém muitos, e quando digo muitos inclua nesta lista irmãos dirigentes que banalizam; escandalizam e deturpam nossa religião com falsas promessas e/ou enxergam nela um mercado promissor da fé alheia, e a assistência que infelizmente ainda pensa que nos templos…terreiros e casas de caridade, serão beneficiados pelo milagre e todos seus males materiais e espirituais serão apagados e uma nova vida se iniciará.
Más como isto não ocorre, muitos acabam criticando “à casa” e o dirigente. E se esquecem que a Umbanda é uma religião e uma filosofia de vida. E como tal deve ser seguida à risca com seus ensinamentos e fundamentos. E tudo no seu devido tempo.
E outros irmãos devem se perguntar: “Más tudo não evoluiu?” “E porque a Umbanda quer caminhar para trás e resgatar o passado ao invés de olhar para o futuro e modernizar-se?” E respondo com a minha opinião pessoal e os ensinamentos que recebi de meu Pai e também de tantas outras vezes que sentei no banquinho do bom preto velho e ouvia atentamente seus conselhos…na qual um deles é que devo olhar prá trás para poder caminhar prá frente. E meus irmãos, é olhando prá trás que caminhamos prá frente em nossa casa!
Na qual os ensinamentos são passados oralmente e por escrito. E dentro de uma hierarquia e do desenvolvimento pessoal de cada médium, procuramos esclarecer e orientar. No intuito maior de formar Pais e Mães..futuros dirigentes de Nossa Umbanda. E Nada de curso virtual e muito menos de curso a distância.
Thiago Lamas sou Umbandista da (Tenda de Umbanda Pai Mané de Aruanda e Eremim)
Concordo com todos os irmãos que postaram seus comentários acima.
No meu ver para continuar-mos a manter as origens da umbanda que erá no passado, é só seguir os fundamentos e juramentos da bandeira pois a umbanda prega a caridade pura, ela deve ser doada e não cobrada fazendo dela uma empresa ou ao em vez de casa de caridade, pois não sou contra quem cobra consultas, mais creio que não é certo pois a pessoa que geralmente nos procura está em busca de uma orientação, e não em busca de uma consulta médica particular, ou a contratar um serviço a ser execultado. Exemplo: Meu Babalorixá ele trabalhou muito na vida para ter o pão de cada dia, hoje devido a alguns problemas de saúde ele montou uma pequena empresa de corte e costura com um dinheiro que ele tinha guardado durante o tempo em que trabalhou. Ele passa por dificuldades nem poriço cobra consultas, ou para desfazer trabalhos. Quando tem que comprar itens para o determinado trabalho ele pede para que a própria pessoa compre. Essa erança ele erdou do Pai e Mãe (Babalorixá) dele, onde eles também não cobravam, eu pretendo um dia abrir meu terreiro e seguir os ensinamentos do meu babalorixá para que a umbanda continui tendo a caridade pura.
OBS: O exemplo que sitei acima não é para ser seguido, longe de mim dizer quem está certo ou errado, é simplesmente uma forma de refletir. Isso não quer dizer que quem cobra não faz a caridade, só acaba deixando um pouco a desejar e acamos sendo comparados com os evangélicos que cobram dizimo dizendo que DEUS irá devolver em dobro! Porque DEUS iria querer dinheiro se o plano espíritual não existe dinheiro.
No meu cer dizimo significa pelomenos uma vez por dia reservar ao menos 15 minutos do tempo para agradecer a DEUS por mais um dia de conquistas, vitórias, sucesso, percar e ganhos e assim sucessívamente. Pois trabalhei numa empresa de produção onde o dono é católico apostólico ramano, e todos os dias ele ouve a rádio globo das 9:00 às 10:00 está o padre Marcelo ao vivo pregando sua fé para todos que o ouvi, às 9:45 da manhã entra a oração que dura por 15 minutos ele pede para que todos os funcionários que queira ouvir a oração parar a produção e ouvir a oração, para aqueles que são envangélicos ou que não queira ouvir a oração, ele pede para descer para o refeitório e tomar café e só retorna a produção depois que todos tomaram o café. Isso pra mim é o chamado dizimo pois é só parar para pensar e fazer as contas do dinheiro que ele deixa de ganhar por 15 minutos diários, 450 horas mês, 5.400 horas ano. Ele perdeu ou ganhou com isso? No meu ver ele ganhou, pois DEUS fará com que ele tenha seu retorno em dobro de outra forma. Pense nisso!
Thiago:
O seu comentário trouxe uma questão amplamente discutida, no meio umbandista, cobrar ou não cobrar?! Essa é a pergunta que insiste em não calar, pois existem os que defendem que nada deve ser cobrado e aqueles que acham que sim. Eu, particularmente, possuo uma visão a esse respeito: Somos tão atrelados a falsos conceitos que nos foram impostos, que o peso da culpa, sempre nos recai querendo ou não! parece que a tentativa que temos de tentarmos manter nossos Centros, a custa de quantias, ainda que irisórias ou simbólicas, sempre soa como algo fora da caridade, ao qual temos de nos envergonhar. Apesar de toda a espiritualidade ao qual estamos inseridos, (pois se assim não o fosse, não seríamos umbandistas) não podemos esquecer que vivemos em um mundo material, onde somente através do dinheiro, muitas coisas são possíveis! A idéia, de que somente o pobre e humilde está no caminho da evolução e o rico condenado a estagnação é tão falsa como nota de três reais! Precisamos nos despir desses conceitos e termos a consciência de que por mais que almejamos o progresso espiritual, ainda vivemos no mundo da matéria, onde até mesmo para podermos realizar a tão pregada prática da caridade, necessitamos de recursos, pois se assim não o fizermos, quem mais necessitará dela somos nós. É claro que existem discrepâncias e explorações, mas não podemos tomar como regra, todos pagamos água, luz, impostos, gás etc… um Centro para se manter, somente com a caridade, bem certo possui alguém por trás que o ampare, senão fica muito difícil, para não dizer praticamente impossível.
Portanto, sou plenamente a favor que algumas coisas tenham valores monetários, o que sou contra, é o não atendimento a alguém não tenha condições de pagar, isso para mim é falta de caridade, fora isso, é utopia e falsa humidade!
Dinarte Machado:
Munto obrigado pelo comentário postado acima, e sou de pleno acordo pelo seu ponto de vista e no meu ver deve sim ter uma colaboração pois se não realmente fica dificil para manter um terreiro, dentre essas por exemplo: O próprio médium da casa pode ajudar a manter com uma mensalidade de R$ 50,00 reais ou quanto puder pagar para a manutenção em geral, e a assistência pode também contribuir desde que possa e queira. Pois meu comentário acima é porque já vi terreiro aqui em São Paulo negar ajuda e orientação para uma determinada assistência que tinha um problema grave para ser resolvido, só porque não tinha como pagar a consulta no valor de R$ 50,00 reais e a única orientação que essa determinada assistência teve é para procurar outro lugar. Hoje não sei o motivo mas esse terreiro não existe mais, ou mudou-se para outra localidade.
MARAVILHOSO ESTE SITE, QUE OXALÁ ABENÇOE ESSA FAMÍLIA POR AJUDAR A ESCLARECER SOBRE NOSSA QUERIDA UMBANDA.
OS TEMAS SÃO ÓTIMOS,DE FÁCIL ENTENDIMENTO E ESCLARECEDORES.
PARABÉNS,QUE CONTINUEM SEMPRE ESSE BONITO TRABALHO
OBRIGADO!!!
Gostaria de saber se poderia-se criar um forum de discussão sobre o assunto, sou médium em desenvolvimento e como tal tenho diversas dúvidas que gostaria que pudessem ser conversadas.
Pezados a Umbanda é uma religião onde o sacrfício do animais não se faz necessário.
infelizmente estão transformando nossos terreiros em verdadeiros açougues.
Tenho 35 anos de santo e 25 com Zelador de umbanda e três vezes aos ano entrego os animais vivoas para meu Exú e minha Pombo Gira
o que vc s acham?
Pai marco de ogum
dirigente da tenda espíritia pai joão do congo
lins de vaconcelos Rio de Jnaeiro
Tenho acompanhado sempre o site e estou muito feliz com o trabalho de vocês, sempre procurando esclarecer e trazendo temas muito importantes.
Agradeço também pelo carinho que tem sempre mostrado com todos as casas divulgando sua agenda e também disponibilizando os informativos com informações de nossas casas.
Parabéns pelo lindo trabalho.
Bom dia a todos.
Sou ouvinte do programa a um bom tempo e gostaria muito de ter as mensagens na voz da Bambina e na voz de nosso querido Átila Nunes. Um abraço a todos e parabéns pelo programa
Fico estarrecida quando vejo nosso povo sem memória.A reportagem que saiu no Jornal Extra no dia 4/10/2011 sobre o imóvel centenário da Primeira Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade que deve ser demolida pela Prefeita Aparecida Panisset me causou uma tristeza muito grande pelo desrespeito com nossa religião.Isto é um Patrimônio Cultural de nosso Estado e de Nossa Cultura.
Conto com a ajuda de nosso amigo Átila Nunes para lutar pela proteção do local.
Saravá…
Gostaria de expor uma indignação minha com a Novela global “Fina Estampa”.
Bem, no capítulo exibido no último sábado, 15 de outubro, a personagem interpretada por Cristiane Torloni, Tereza Cristina enquanto brigava com René disse que: a personagem Grizelda, Lilia Cabral, era um Exu, que que baixou na Terra para destruir a suas vidas…
Não é a primeira vez que vemos elementos de nossa religião sendo usados de maneiras errôneas, mostrando que a intolerância religiosa está muito presente nos meios de comunicação.
O que faremos? Devemos nos calar? Ou demonstrar que estamos sendo alvo de um preconceito fútil e tosco que é de certa forma implícito pela sociedade?
Eu não assisto esta novela, mas acredito que a forma que nós umbandistas podemos nos fazer ouvir é fazer uma mobilização junto aos outros irmãos de fé e enviarmos um email ao autor da novela explicando (o que acho que ele já deve saber) do malefício que comentarios com este trazem a nossa religião, pois isso só faz crescer o medo e a intolerância contra a umbanda!
Outra novela que nos expõem também é a novela Aquele Beijo, onde uma falsa mãe de santo recebe o espirito de uma criança com o intuíto de ganhar dinheiro!
Muito me espanta o Miguel Falabela, espirita, fazer uma caricatura dessas da nossa religião, mesmo que ele não seja um seguidor da umbanda.
Enfim irmão, vamos nos mobilizar, pois mostrando nossa indignição consegiremos o respeito que nossa religião merece!
Realmente, por motivos profissionais não consigo ver todos os dias a nova Aquele Beijo exibida pela Rede Globo, mas aos sábados que vi achei uma falta de respeito aquela senhora usar de má fé e usar de safadeza com clientes Acho que a FEUB deveria enviar uma representação por escrito
O meu Saravá e meu Axé
Pai Marco de Ogum
Como sempre adoro todos os blocos do progama. Estou achando bém melhor,pois vcs estão dando continuidades do assunto do primeiro bloco na semana sguinte.Proveito para fazer um pedido,gostaria de ganhar o CD dos 103 anos da umbanda.Não fui na festa por dois motivos: Moro longe e não tenho companhia e tenho um problema de saude que estou em tratamento sobre sindrome do pânico Estou quase boa, mas me sinto ainda ensegura.Se o meu pedido for atendido desde já fico-lher Grata .Um forte abraço!!!!!!!!!!
A respeito do diálogo entre o irmão Thiago Lamas e o Pai Dinarte Machado entre os dias 9 e 16 de julho de 2011, podemos afirmar não ser incorreto a cobrança de alguns trabalhos levando em consideração a Lei de Salva e despesas relativas ao espaço físico onde esses trabalhos são executados, porém, isso cabe aos consulentes, já aos irmãos da casa é necessário que haja consciência no rateio das despesas de manutenção de Centro Espírita.
Em relação aos costumes, apesar dos mais de 20 anos de frequencia no terreiro, ainda me espanta a falta de arientação de alguns irmãos que exibem suas guias sobre o peito desnudo na porta de botequins empunhando copos de bebidas alcoólicas, sem contar alguns que, ao adentrar nossas casas espíritas, exibem uma total falta de humildade e discrição no trato com os irmãos mais humildes que ali se encontram, avaliando-os como desconhecedores das legítimas práticas religiosas. Devemos levar em consideração que a atitude desses irmãos reflete o ensinamento ou a falta deste por parte de seu superior, ou seja, o zelador/dirigente da casa que frequenta. O responsável pelos trabalhos da casa que frequento, assim como minha esposa, nos prega o amor pela religião e pelos irmãos assim como exige de nós um comportamento humilde e respeitoso para com visitantes e visitados, pois, não existe manual de regras litúrgicas em nossa religião e assim sendo aprendemos com nossos mentores espirituais a forma de condução de nossos trabalhos.
Axé para todos os irmãos.
Ogã Leone, do Centro Espírita de Umbanda Caboclo Tubinambá,RJ.
Tenho ouvido, com certa freqüência, no Programa Melodias de Terreiro, seção Memórias da Umbanda, uma colocação constante de muitos(as) dirigentes de Terreiro. Quando lhes é perguntado do que sentem saudade na Umbanda, a grande maioria deles responde:
“Tenho saudade da Umbanda antiga, onde as pessoas procuravam os centros sem vaidade, acreditavam nas entidades e seguiam seus conselhos”. Como sugestão de tópico para o fórum, gostaria de propor a reflexão: “O que os consulentes, irmãos de fé e todos nós estamos fazendo para não nos deixarmos levar pelos valores distorcidos que o mundo de hoje nos impõe a todo momento”? Temos que ter muito cuidado com o que o mundo de hoje coloca diante de nossas crianças, nossas famílias. Muitos valores morais deturpados que são propagados pela televisão, por alguns personagens públicos. Enfim, penso que temos que voltar a cultivar os valores de outrora onde havia realmente uma preocupação com o próximo. Preocuparmos em sermos melhores hoje do que fomos ontem. Não nos preocuparmos com o ter e sim com o ser. Enfim, vi no documentário que a família Átila Nunes tem feito muito pela melhoria do ser humano, da sociedade, do mundo e da Umbanda. Cabe a nós fazermos o mesmo em nossos ambientes de trabalho, nossas casas e procurarmos formar pessoas melhores (nossos filhos) para que propaguem os mesmos princípios ao longo dos tempos quando nós já não estivermos mais neste plano.
Fraterno abraço a todos.
Marcelo Freitas.
Sou dirigente do Centro Espiritualista de Umbanda Caboclo Arirajara, em Porto Alegre – RS, e pelo que notei, existe um consenso quanto ao resgate de elementos que faziam parte da Umbanda de antes, Existem uma série de fatores que contribuem para esta deturpação que vemos hoje. A banalização de certos rituais, a extrema preocupação em tornar os centros como fontes de renda e não de caridade, a falta de preparo quanto a formação de novos sacerdotes para mim seriam os principais fatores que contribuem com isto. Quanto maior for o despreparo maior será a ausência dos valores que a Umbanda prega.
Acredito que se os dirigentes não se rendessem tanto aos apelos de terem quantidade de médiuns e primassem mais pela qualidade na formação dos mesmos, seria uma da formas para promovermos o início de um resgate. Dentro deste contexto deveriam serem inseridos as informações necessárias para o desenvolvimento real de suas mediunidades, e não mais veríamos médiuns usando este canal como forma de externarem suas vaidades pessoais.
A informação correta também deveria ser passada aos frequentadores, que muitas vezes vêem a Umbanda como uma fórmula mágica para resolverem problemas, que na maioria das vezes são provocados pelos próprios, mas insistem em quererem passar suas responsabilidades o outrem. Umbanda é orientação, auto-conhecimento e acima de tudo evolução. Devemos afastar esta idéia criada pelo senso comum de que somos mercadores de soluções, somente com a criação de uma nova consciência e que estaremos resgatando os ideais propostos.
Pai Dinarte de Oxum
Marcelo, ficamos muito felizes com a sua participação.
Nós concordamos com o que foi dito. Devemos passar adiante a Umbanda pura, sem vaidade, e sempre exaltar os valores originais, de Caridade e Amor, que à ela são atribuídos.
Assim, deixaremos como herança para nossos descendentes, bons exemplos para serem seguidos.
A todos irmãos de Fé, repetimos a citação do Irmão Marcelo, que nos propôs a reflexão ““O que os consulentes, irmãos de fé e todos nós estamos fazendo para não nos deixarmos levar pelos valores distorcidos que o mundo de hoje nos impõe a todo momento”?”
E, queremos saber a opinião de vocês: O que os dirigentes dos Centros de Umbanda devem e podem fazer para que os valores originais da Umbanda estejam cada vez mais presentes dentro dos Terreiros e assim, possam ser passados para as futuras gerações.
Prezados, tenho acompanhado diariamente e com muito proveito o Programa e o Site, o que tem muito cooperado no meu desenvolvimento e crescimento material e espiritual.
Parabéns pelo belíssimo trabalho de todos, sempre transmitindo informações com muita segurança, precisão, destreza e admirável carinho.
Gostaria de sugerir que fosse aprofundado o Tema Mediunidade, o qual foi postado na página inicial, pois como estou em desenvolvimento foi de muito proveito pra mim.
Também como estamos no mês em que comemoramos o Povo de Rua, sugiro que tenhamos um programa dedicado as Moças (Pombas Giras).
Desde já agradeço a atenção dispensada e suplico ao Nosso Mestre Maior que sempre os ilumine e dê forças para continuarem esta Obra Maravilhosa.
Eu queria tanto poder ter acesso às orações na voz da Bambina ou na voz de Átila Nunes ou Átila Nunes Filho… Torcendo para que vocês consigam colocar!
Amando o site!
Parabéns pelo trabalho!
Saravá…Motumbá…Kolofé…Mucuiu à Todos!
Dando um “UP” nos comentários dos irmãos Marcelo Freitas e Dinarte Machado, quero deixar minha opinião sobre esta questão do “Resgate”.
Temos plena convicção que a nossa querida Umbanda é uma religião brasileira. E que ao longo dos seus mais de cem anos de existência foi crescendo e não inchando como outras religiões.
E o que eu mais gosto é justamente isto…o trabalho de “formiguinha”…o “boca-a-boca”. Pois não temos a mídia para nos auto promover ou alavancar a nossa religião. Porém muitos, e quando digo muitos inclua nesta lista irmãos dirigentes que banalizam; escandalizam e deturpam nossa religião com falsas promessas e/ou enxergam nela um mercado promissor da fé alheia, e a assistência que infelizmente ainda pensa que nos templos…terreiros e casas de caridade, serão beneficiados pelo milagre e todos seus males materiais e espirituais serão apagados e uma nova vida se iniciará.
Más como isto não ocorre, muitos acabam criticando “à casa” e o dirigente. E se esquecem que a Umbanda é uma religião e uma filosofia de vida. E como tal deve ser seguida à risca com seus ensinamentos e fundamentos. E tudo no seu devido tempo.
E outros irmãos devem se perguntar: “Más tudo não evoluiu?” “E porque a Umbanda quer caminhar para trás e resgatar o passado ao invés de olhar para o futuro e modernizar-se?” E respondo com a minha opinião pessoal e os ensinamentos que recebi de meu Pai e também de tantas outras vezes que sentei no banquinho do bom preto velho e ouvia atentamente seus conselhos…na qual um deles é que devo olhar prá trás para poder caminhar prá frente. E meus irmãos, é olhando prá trás que caminhamos prá frente em nossa casa!
Na qual os ensinamentos são passados oralmente e por escrito. E dentro de uma hierarquia e do desenvolvimento pessoal de cada médium, procuramos esclarecer e orientar. No intuito maior de formar Pais e Mães..futuros dirigentes de Nossa Umbanda. E Nada de curso virtual e muito menos de curso a distância.
Abraços Fraternos,
Pai Edison
Filho do Pai Onofre
Templo de Umbanda Pai Oxalá
Sou ouvinte da rádio e gostaria muito de ter acesso as orações pois elas me auxiliaram sempre em momentos de dificuldade e aflição.
Um abraço a todos.
gostaria de saber sobre o preto velho da umbanda Pai Onofre das Almas, se tem ponto cantado por favor me envie
Thiago Lamas sou Umbandista da (Tenda de Umbanda Pai Mané de Aruanda e Eremim)
Concordo com todos os irmãos que postaram seus comentários acima.
No meu ver para continuar-mos a manter as origens da umbanda que erá no passado, é só seguir os fundamentos e juramentos da bandeira pois a umbanda prega a caridade pura, ela deve ser doada e não cobrada fazendo dela uma empresa ou ao em vez de casa de caridade, pois não sou contra quem cobra consultas, mais creio que não é certo pois a pessoa que geralmente nos procura está em busca de uma orientação, e não em busca de uma consulta médica particular, ou a contratar um serviço a ser execultado. Exemplo: Meu Babalorixá ele trabalhou muito na vida para ter o pão de cada dia, hoje devido a alguns problemas de saúde ele montou uma pequena empresa de corte e costura com um dinheiro que ele tinha guardado durante o tempo em que trabalhou. Ele passa por dificuldades nem poriço cobra consultas, ou para desfazer trabalhos. Quando tem que comprar itens para o determinado trabalho ele pede para que a própria pessoa compre. Essa erança ele erdou do Pai e Mãe (Babalorixá) dele, onde eles também não cobravam, eu pretendo um dia abrir meu terreiro e seguir os ensinamentos do meu babalorixá para que a umbanda continui tendo a caridade pura.
OBS: O exemplo que sitei acima não é para ser seguido, longe de mim dizer quem está certo ou errado, é simplesmente uma forma de refletir. Isso não quer dizer que quem cobra não faz a caridade, só acaba deixando um pouco a desejar e acamos sendo comparados com os evangélicos que cobram dizimo dizendo que DEUS irá devolver em dobro! Porque DEUS iria querer dinheiro se o plano espíritual não existe dinheiro.
No meu cer dizimo significa pelomenos uma vez por dia reservar ao menos 15 minutos do tempo para agradecer a DEUS por mais um dia de conquistas, vitórias, sucesso, percar e ganhos e assim sucessívamente. Pois trabalhei numa empresa de produção onde o dono é católico apostólico ramano, e todos os dias ele ouve a rádio globo das 9:00 às 10:00 está o padre Marcelo ao vivo pregando sua fé para todos que o ouvi, às 9:45 da manhã entra a oração que dura por 15 minutos ele pede para que todos os funcionários que queira ouvir a oração parar a produção e ouvir a oração, para aqueles que são envangélicos ou que não queira ouvir a oração, ele pede para descer para o refeitório e tomar café e só retorna a produção depois que todos tomaram o café. Isso pra mim é o chamado dizimo pois é só parar para pensar e fazer as contas do dinheiro que ele deixa de ganhar por 15 minutos diários, 450 horas mês, 5.400 horas ano. Ele perdeu ou ganhou com isso? No meu ver ele ganhou, pois DEUS fará com que ele tenha seu retorno em dobro de outra forma. Pense nisso!
Um Grande Abraço a Todos e Muito AXÉ.
Thiago:
O seu comentário trouxe uma questão amplamente discutida, no meio umbandista, cobrar ou não cobrar?! Essa é a pergunta que insiste em não calar, pois existem os que defendem que nada deve ser cobrado e aqueles que acham que sim. Eu, particularmente, possuo uma visão a esse respeito: Somos tão atrelados a falsos conceitos que nos foram impostos, que o peso da culpa, sempre nos recai querendo ou não! parece que a tentativa que temos de tentarmos manter nossos Centros, a custa de quantias, ainda que irisórias ou simbólicas, sempre soa como algo fora da caridade, ao qual temos de nos envergonhar. Apesar de toda a espiritualidade ao qual estamos inseridos, (pois se assim não o fosse, não seríamos umbandistas) não podemos esquecer que vivemos em um mundo material, onde somente através do dinheiro, muitas coisas são possíveis! A idéia, de que somente o pobre e humilde está no caminho da evolução e o rico condenado a estagnação é tão falsa como nota de três reais! Precisamos nos despir desses conceitos e termos a consciência de que por mais que almejamos o progresso espiritual, ainda vivemos no mundo da matéria, onde até mesmo para podermos realizar a tão pregada prática da caridade, necessitamos de recursos, pois se assim não o fizermos, quem mais necessitará dela somos nós. É claro que existem discrepâncias e explorações, mas não podemos tomar como regra, todos pagamos água, luz, impostos, gás etc… um Centro para se manter, somente com a caridade, bem certo possui alguém por trás que o ampare, senão fica muito difícil, para não dizer praticamente impossível.
Portanto, sou plenamente a favor que algumas coisas tenham valores monetários, o que sou contra, é o não atendimento a alguém não tenha condições de pagar, isso para mim é falta de caridade, fora isso, é utopia e falsa humidade!
Saravá irmãos!
Dinarte Machado:
Munto obrigado pelo comentário postado acima, e sou de pleno acordo pelo seu ponto de vista e no meu ver deve sim ter uma colaboração pois se não realmente fica dificil para manter um terreiro, dentre essas por exemplo: O próprio médium da casa pode ajudar a manter com uma mensalidade de R$ 50,00 reais ou quanto puder pagar para a manutenção em geral, e a assistência pode também contribuir desde que possa e queira. Pois meu comentário acima é porque já vi terreiro aqui em São Paulo negar ajuda e orientação para uma determinada assistência que tinha um problema grave para ser resolvido, só porque não tinha como pagar a consulta no valor de R$ 50,00 reais e a única orientação que essa determinada assistência teve é para procurar outro lugar. Hoje não sei o motivo mas esse terreiro não existe mais, ou mudou-se para outra localidade.
Um Grande Abraço para você muito AXÉ.
Saravá a todos os irmãos e irmãs de FÉ.
MARAVILHOSO ESTE SITE, QUE OXALÁ ABENÇOE ESSA FAMÍLIA POR AJUDAR A ESCLARECER SOBRE NOSSA QUERIDA UMBANDA.
OS TEMAS SÃO ÓTIMOS,DE FÁCIL ENTENDIMENTO E ESCLARECEDORES.
PARABÉNS,QUE CONTINUEM SEMPRE ESSE BONITO TRABALHO
OBRIGADO!!!
Gostaria de saber se poderia-se criar um forum de discussão sobre o assunto, sou médium em desenvolvimento e como tal tenho diversas dúvidas que gostaria que pudessem ser conversadas.
Um abraço a todos!
Pezados a Umbanda é uma religião onde o sacrfício do animais não se faz necessário.
infelizmente estão transformando nossos terreiros em verdadeiros açougues.
Tenho 35 anos de santo e 25 com Zelador de umbanda e três vezes aos ano entrego os animais vivoas para meu Exú e minha Pombo Gira
o que vc s acham?
Pai marco de ogum
dirigente da tenda espíritia pai joão do congo
lins de vaconcelos Rio de Jnaeiro
Tenho acompanhado sempre o site e estou muito feliz com o trabalho de vocês, sempre procurando esclarecer e trazendo temas muito importantes.
Agradeço também pelo carinho que tem sempre mostrado com todos as casas divulgando sua agenda e também disponibilizando os informativos com informações de nossas casas.
Parabéns pelo lindo trabalho.
Um grande abraço a todos.
T. U. Caboclo Mata Virgem
Bom dia a todos.
Sou ouvinte do programa a um bom tempo e gostaria muito de ter as mensagens na voz da Bambina e na voz de nosso querido Átila Nunes. Um abraço a todos e parabéns pelo programa
Olá Amigos de Fé!!!!
Fico estarrecida quando vejo nosso povo sem memória.A reportagem que saiu no Jornal Extra no dia 4/10/2011 sobre o imóvel centenário da Primeira Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade que deve ser demolida pela Prefeita Aparecida Panisset me causou uma tristeza muito grande pelo desrespeito com nossa religião.Isto é um Patrimônio Cultural de nosso Estado e de Nossa Cultura.
Conto com a ajuda de nosso amigo Átila Nunes para lutar pela proteção do local.
Saravá…
Gostaria de expor uma indignação minha com a Novela global “Fina Estampa”.
Bem, no capítulo exibido no último sábado, 15 de outubro, a personagem interpretada por Cristiane Torloni, Tereza Cristina enquanto brigava com René disse que: a personagem Grizelda, Lilia Cabral, era um Exu, que que baixou na Terra para destruir a suas vidas…
Não é a primeira vez que vemos elementos de nossa religião sendo usados de maneiras errôneas, mostrando que a intolerância religiosa está muito presente nos meios de comunicação.
O que faremos? Devemos nos calar? Ou demonstrar que estamos sendo alvo de um preconceito fútil e tosco que é de certa forma implícito pela sociedade?
Complementando o que citei, segue link com a frase.
http://finaestampa.globo.com/capitulo/paulo-confessa-a-esther-que-dormiu-com-outra-mulher.html#cenas/1664170
Olá irmão, bom dia!
Eu não assisto esta novela, mas acredito que a forma que nós umbandistas podemos nos fazer ouvir é fazer uma mobilização junto aos outros irmãos de fé e enviarmos um email ao autor da novela explicando (o que acho que ele já deve saber) do malefício que comentarios com este trazem a nossa religião, pois isso só faz crescer o medo e a intolerância contra a umbanda!
Outra novela que nos expõem também é a novela Aquele Beijo, onde uma falsa mãe de santo recebe o espirito de uma criança com o intuíto de ganhar dinheiro!
Muito me espanta o Miguel Falabela, espirita, fazer uma caricatura dessas da nossa religião, mesmo que ele não seja um seguidor da umbanda.
Enfim irmão, vamos nos mobilizar, pois mostrando nossa indignição consegiremos o respeito que nossa religião merece!
Abraços fraternos,
Cleyde
Realmente, por motivos profissionais não consigo ver todos os dias a nova Aquele Beijo exibida pela Rede Globo, mas aos sábados que vi achei uma falta de respeito aquela senhora usar de má fé e usar de safadeza com clientes Acho que a FEUB deveria enviar uma representação por escrito
O meu Saravá e meu Axé
Pai Marco de Ogum
Parabéns pelo evento dos 103 anos na ALERJ
Aqueles que foram cometem e incrementem
Pai Marco de Ogum
Como sempre adoro todos os blocos do progama. Estou achando bém melhor,pois vcs estão dando continuidades do assunto do primeiro bloco na semana sguinte.Proveito para fazer um pedido,gostaria de ganhar o CD dos 103 anos da umbanda.Não fui na festa por dois motivos: Moro longe e não tenho companhia e tenho um problema de saude que estou em tratamento sobre sindrome do pânico Estou quase boa, mas me sinto ainda ensegura.Se o meu pedido for atendido desde já fico-lher Grata .Um forte abraço!!!!!!!!!!
A respeito do diálogo entre o irmão Thiago Lamas e o Pai Dinarte Machado entre os dias 9 e 16 de julho de 2011, podemos afirmar não ser incorreto a cobrança de alguns trabalhos levando em consideração a Lei de Salva e despesas relativas ao espaço físico onde esses trabalhos são executados, porém, isso cabe aos consulentes, já aos irmãos da casa é necessário que haja consciência no rateio das despesas de manutenção de Centro Espírita.
Em relação aos costumes, apesar dos mais de 20 anos de frequencia no terreiro, ainda me espanta a falta de arientação de alguns irmãos que exibem suas guias sobre o peito desnudo na porta de botequins empunhando copos de bebidas alcoólicas, sem contar alguns que, ao adentrar nossas casas espíritas, exibem uma total falta de humildade e discrição no trato com os irmãos mais humildes que ali se encontram, avaliando-os como desconhecedores das legítimas práticas religiosas. Devemos levar em consideração que a atitude desses irmãos reflete o ensinamento ou a falta deste por parte de seu superior, ou seja, o zelador/dirigente da casa que frequenta. O responsável pelos trabalhos da casa que frequento, assim como minha esposa, nos prega o amor pela religião e pelos irmãos assim como exige de nós um comportamento humilde e respeitoso para com visitantes e visitados, pois, não existe manual de regras litúrgicas em nossa religião e assim sendo aprendemos com nossos mentores espirituais a forma de condução de nossos trabalhos.
Axé para todos os irmãos.
Ogã Leone, do Centro Espírita de Umbanda Caboclo Tubinambá,RJ.
É possível colocar a localização das Casas citadas?
Olá, Andréa!
Envie um e-mail para atilanunesneto@emdefesadaumbanda.com.br para saber sobre a localização das casas!